Receitas de coquetéis, destilados e bares locais

5550 Wilshire em Miracle Mile: uma vida urbana moderna no coração de LA

5550 Wilshire em Miracle Mile: uma vida urbana moderna no coração de LA

Ao longo da icônica "Main Street" de Los Angeles está um novo prédio de apartamentos de luxo com um visual retrô, que oferece uma longa lista de comodidades cobiçadas e está próximo a algumas das melhores lojas, restaurantes e entretenimento da cidade.

Apresentando uma piscina em estilo resort rodeada por cabanas, espaço ao ar livre com fogueiras, uma academia de dois andares de última geração e um teatro aconchegante, o 5550 Wilshire at Miracle Mile oferece aos inquilinos um lugar para saborear na última cidade urbana de Los Angeles. estilo de vida.

A comunidade contém residências de um, dois e três quartos, variando em tamanho de 770 pés quadrados a 2.061 pés quadrados em uma variedade de plantas baixas - de layouts tradicionais a coberturas loft. Todas as unidades contêm uma cozinha gourmet com eletrodomésticos de aço inoxidável, bancadas Caesarstone, pias Kohler, grandes ilhas e o sonho de todo morador de apartamento, lavadoras e secadoras de tamanho normal.

As comodidades adicionais podem incluir tetos de 3 metros, closets, banheiras de imersão e varandas privativas. Os ocupantes recebem vagas de estacionamento atribuídas e a segurança de acesso controlado à propriedade. Amigos de quatro patas também são bem-vindos, então toda a família pode viver luxuosamente.

A localização central torna mais fácil se locomover, seja de metrô, ônibus, caminhando ou pulando na 405, 101 ou 10 a apenas alguns quarteirões de distância. The Grove, Museum Row e o mercado de fazendeiros estão todos próximos, assim como o centro de Hollywood e Beverly Hills. Para obter informações sobre leasing, ligue para 866-912-6813 ou visite WindsorCommunities.com.


The Nation: Streets vs. Malls: O Dilema Moderno dos Espaços Públicos Urbanos

A reação crescente contra gigantes do varejo como o WalMart em cidades de todo o país faz uma declaração importante não apenas sobre o tipo de lojas, mas também o tipo de comunidade que as pessoas querem e não querem no futuro. Os WalMarts e outros varejistas de depósito, e o desenvolvimento que eles representam, morderam e agora parecem ter engolido muitas das comunidades da América, substituindo-as por algo menos do que tínhamos antes. A tendência de varejo suburbano e flutuante, desconectado de um distrito comercial no centro da cidade, está tornando as comunidades menos convenientes, menos pessoais, menos diversificadas e menos seguras.

Morando em Nova York, nos sentimos com sorte. Embora possa ser uma surpresa para alguns, os bairros de Nova York são, em sua maioria, convenientes, diversos e seguros. São lugares onde a vitalidade é extraída da rua e das pessoas que a usam. São locais onde os varejistas conhecem seus clientes. Por exemplo, depois de frequentar uma cafeteria por três dias, o garçom inevitavelmente terá o café pronto antes mesmo de você abrir a boca para fazer o pedido - você se tornou um cliente regular! Ou o verdureiro que, quando você entra em sua loja quatro anos após ter se mudado e voltado, pergunta "Onde você esteve?"

Nesses bairros, o serviço é uma necessidade por causa do desafio da competição em uma escala que é muito menor e mais pessoal do que o nível em que lugares como um shopping ou WalMart funcionam. Desse modo, os bairros de Nova York são mais como pequenas cidades.

Los Angeles é diferente. Durante os últimos dois anos, passamos muito tempo trabalhando em Los Angeles e sentimos a necessidade de soar um alarme. A cidade parece estar desistindo das ruas e, com isso, pode estar fechando as portas para se tornar uma cidade mais “urbana”.

Em contraste, Los Angeles parece estar criando um número infinito de empreendimentos imobiliários de propriedade privada e altamente controlados. Embora esses empreendimentos atraiam um grande número de pessoas, eles são bolsões isolados de exclusividade - não fazem parte da estrutura da cidade. Eles não são os lugares a partir dos quais as cidades reais evoluem.

O que faz boas cidades e como elas podem continuar a evoluir como lugares onde as pessoas desejam estar? Basta ver onde as pessoas sonham em passar as férias - passeando pelos bulevares de Paris, tomando um café expresso em um café ao ar livre em uma piazza italiana, até mesmo vindo para Nova York.

Uma boa cidade significa vivenciar a diversidade - mesmo que isso signifique simplesmente andar na rua para observar pessoas que não são como você. Em boas cidades, também existem locais públicos - locais que fazem parte da cidade, que mostram o que é uma cidade e lhe dão um coração. Às vezes, esses lugares são uma grande avenida ou uma grande praça. Seja como for, eles são uma parte importante da vida diária das pessoas.

Uma boa cidade não pode existir sem boas ruas. Você consegue imaginar Paris sem seus bulevares? Na verdade, Paris acaba de alargar as calçadas ao longo da Champs Elysees para acomodar melhor a vida social e econômica e a alegria de viver pelo qual a cidade é famosa.

É fácil identificar uma grande rua. Observe quem está lá e quem não está. Uma boa rua tem variedade: idosos, adolescentes e crianças. É um bom sinal se houver uma mistura igual de homens e mulheres: as mulheres são mais exigentes quanto à escolha de uma rua do que os homens. A que velocidade as pessoas estão caminhando e o que estão fazendo? As pessoas estão se encontrando, parando para conversar com pessoas que conhecem e que acabaram de encontrar? Passear e socializar muito é outro indicador de uma boa rua.

Boas ruas são consideradas "propriedade" das pessoas que as usam: clientes que voltam vez após vez e varejistas que monitoram continuamente os problemas de uma rua. Mesmo que não estejam fazendo compras, as pessoas sentem que “pertencem” a uma boa rua. Eles conhecem os atalhos e as vagas secretas de estacionamento. Eles acumularam memórias de experiência que se tornaram parte de seu senso de identidade em uma comunidade. Eles ficam preocupados quando acontece algo que mudaria a rua.

Em contraste com as cidades que se concentram nas ruas como alicerces sociais e econômicos, Los Angeles parece estar focada na criação de “experiências”. Em lugares como CityWalk, Beverly Center e Westside Pavilion, o termo “propriedade” assume um significado diferente do que em uma boa rua. Esses lugares estão prosperando como um “lugar para ir” e parecem, superficialmente, ter muitas das qualidades de uma boa rua. CityWalk, projetado para se parecer com uma rua, pode ser percorrido a pé, com estacionamento conveniente, fachadas de varejo gigantescas, fontes para as crianças brincarem, uma infinidade de lugares para comer, filmes para ver e até um parque temático. Mas não é “propriedade” de uma comunidade que se mobilizaria em sua defesa se fosse ameaçada por, digamos, uma reconstrução ou por uma proposta de autoestrada cortando-a. É um investimento imobiliário de propriedade de seus investidores.

As diferenças entre uma boa rua e um investimento imobiliário são mais evidentes em um shopping. Um vai até o shopping, estaciona em um grande estacionamento e entra em um ambiente interno e climatizado. Por dentro, é confortável e mais ou menos previsível, pois as lojas são de redes que oferecem o mesmo tipo de produtos e preços em todos os lugares. As chances de atendimento pessoal ou de conhecer os donos das lojas pelo nome são bastante reduzidas.

O sucesso dessas “experiências” de varejo não deixou de ter consequências para as ruas e espaços públicos que deveriam ser o verdadeiro sustento de uma cidade. Em Los Angeles, ruas comerciais antes importantes - por exemplo, no bairro Miracle Mile ao longo do Wilshire Boulevard - foram abandonadas. Conforme as pessoas dirigem para chegar aos shoppings, os engenheiros de tráfego alargam as ruas e aumentam o fluxo do tráfego, destruindo qualquer vestígio da vida dos pedestres.

Mas há alguns sinais esperançosos de que as cidades podem “devorar” as qualidades que foram negadas pelo desenvolvimento insensível às ruas e às pessoas. Duas cidades da Califórnia cujos centros da cidade, apenas alguns anos atrás, deixaram de ser lugares para se visitar, agora começaram a "devolver a comida".

Em Riverside, a área ao redor do Mission Inn está sendo trazida de volta como um "resort urbano" - enquanto a cidade se concentra em melhorar as ruas, os becos e os edifícios requintados existentes em escala humana.

A apenas 16 km de distância, San Bernardino, cujo centro está flutuando em um mar de estacionamentos há vários anos, está restaurando seu centro gradativamente. No ano passado, eles construíram uma praça central que agora é usada como local para centenas de eventos - incluindo vários casamentos. Eles diminuíram o tráfego e adicionaram estacionamento em ângulo ao redor da praça. Do outro lado da rua, o shopping, construído na antiga Main Street na década de 1960, planeja reformar suas entradas para melhorar o acesso ao centro da cidade.

Em Los Angeles, um dos programas mais inovadores do país está em andamento, o Los Angles Neighborhood Initiative, com planos de retomar as ruas e espaços públicos de bairros da cidade. Este programa começa com as pessoas de um bairro fazendo pequenas mudanças - "mordiscando de volta" para criar um senso de comunidade para si mesmas. O foco são pequenas coisas que podem ser feitas imediatamente - como pontos de ônibus que são seguros e confortáveis, pequenos mercados ao ar livre, trânsito mais lento e melhores faixas de pedestres e placas de pare - mudanças que trazem a comunidade de volta às ruas. São medidas de base como essa que são necessárias para “devorar” Los Angeles. *


The Nation: Streets vs. Malls: O Dilema Moderno dos Espaços Públicos Urbanos

A reação crescente contra gigantes do varejo como o WalMart em cidades de todo o país faz uma declaração importante não apenas sobre o tipo de lojas, mas também o tipo de comunidade que as pessoas querem e não querem no futuro. Os WalMarts e outros varejistas de armazém, e o desenvolvimento que eles representam, morderam e agora parecem ter engolido muitas das comunidades da América, substituindo-as por algo menos do que tínhamos antes. A tendência de varejo suburbano e flutuante, desconectado de um distrito comercial no centro da cidade, está tornando as comunidades menos convenientes, menos pessoais, menos diversificadas e menos seguras.

Morando em Nova York, nos sentimos com sorte. Embora possa ser uma surpresa para alguns, os bairros de Nova York são, em sua maioria, convenientes, diversos e seguros. São lugares onde a vitalidade é extraída da rua e das pessoas que a usam. São locais onde os varejistas conhecem seus clientes. Por exemplo, depois de frequentar uma cafeteria por três dias, o garçom inevitavelmente terá o café pronto antes mesmo de você abrir a boca para fazer o pedido - você se tornou um cliente regular! Ou o verdureiro que, quando você entra em sua loja quatro anos após ter se mudado e voltado, pergunta "Onde você esteve?"

Nesses bairros, o serviço é uma necessidade por causa do desafio da competição em uma escala que é muito menor e mais pessoal do que o nível em que lugares como um shopping ou WalMart funcionam. Desse modo, os bairros de Nova York são mais como pequenas cidades.

Los Angeles é diferente. Durante os últimos dois anos, passamos muito tempo trabalhando em Los Angeles e sentimos a necessidade de soar um alarme. A cidade parece estar desistindo das ruas e, com isso, pode estar fechando as portas para se tornar uma cidade mais “urbana”.

Em contraste, Los Angeles parece estar criando um número infinito de empreendimentos imobiliários de propriedade privada e altamente controlados. Embora esses empreendimentos atraiam um grande número de pessoas, eles são bolsões isolados de exclusividade - não fazem parte da estrutura da cidade. Eles não são os lugares a partir dos quais as cidades reais evoluem.

O que faz boas cidades e como elas podem continuar a evoluir como lugares onde as pessoas desejam estar? Basta ver onde as pessoas sonham em passar as férias - passeando pelos bulevares de Paris, tomando um café expresso em um café ao ar livre em uma piazza italiana, até mesmo vindo para Nova York.

Uma boa cidade significa vivenciar a diversidade - mesmo que isso signifique simplesmente andar na rua para observar pessoas que não são como você. Em boas cidades, também existem locais públicos - locais que fazem parte da cidade, que mostram o que é uma cidade e lhe dão um coração. Às vezes, esses lugares são uma grande avenida ou uma grande praça. Seja como for, eles são uma parte importante da vida diária das pessoas.

Uma boa cidade não pode existir sem boas ruas. Você consegue imaginar Paris sem seus bulevares? Na verdade, Paris acaba de alargar as calçadas ao longo da Champs Elysees para acomodar melhor a vida social e econômica e a alegria de viver pelo qual a cidade é famosa.

É fácil identificar uma grande rua. Observe quem está lá e quem não está. Uma boa rua tem variedade: idosos, adolescentes e crianças. É um bom sinal se houver uma mistura igual de homens e mulheres: as mulheres são mais exigentes quanto à escolha de uma rua do que os homens. A que velocidade as pessoas estão caminhando e o que estão fazendo? As pessoas estão se encontrando, parando para conversar com pessoas que conhecem e que acabaram de encontrar? Passear e socializar muito é outro indicador de uma boa rua.

Boas ruas são consideradas "propriedade" das pessoas que as usam: clientes que voltam vez após vez e varejistas que monitoram continuamente os problemas de uma rua. Mesmo que não estejam fazendo compras, as pessoas sentem que “pertencem” a uma boa rua. Eles conhecem os atalhos e as vagas secretas de estacionamento. Eles acumularam memórias de experiência que se tornaram parte de seu senso de identidade em uma comunidade. Eles ficam preocupados quando acontece algo que mudaria a rua.

Em contraste com as cidades que se concentram nas ruas como alicerces sociais e econômicos, Los Angeles parece estar focada na criação de “experiências”. Em lugares como CityWalk, Beverly Center e Westside Pavilion, o termo “propriedade” assume um significado diferente do que em uma boa rua. Esses lugares estão prosperando como um “lugar para ir” e parecem, superficialmente, ter muitas das qualidades de uma boa rua. CityWalk, projetado para se parecer com uma rua, pode ser percorrido a pé, com estacionamento conveniente, fachadas de varejo gigantescas, fontes para as crianças brincarem, uma infinidade de lugares para comer, filmes para ver e até um parque temático. Mas não é “propriedade” de uma comunidade que se uniria em sua defesa se fosse ameaçada por, digamos, uma reconstrução ou por uma proposta de autoestrada cortando-a. É um investimento imobiliário de propriedade de seus investidores.

As diferenças entre uma boa rua e um investimento imobiliário são mais evidentes em um shopping. Um vai até o shopping, estaciona em um grande estacionamento e entra em um ambiente interno e climatizado. Por dentro, é confortável e mais ou menos previsível, pois as lojas são de redes que oferecem o mesmo tipo de produtos e preços em todos os lugares. As chances de atendimento pessoal ou de conhecer os donos das lojas pelo nome são bastante reduzidas.

O sucesso dessas “experiências” de varejo não deixou de ter consequências para as ruas e espaços públicos que deveriam ser o verdadeiro sustento de uma cidade. Em Los Angeles, ruas comerciais antes importantes - por exemplo, no bairro Miracle Mile ao longo do Wilshire Boulevard - foram abandonadas. Conforme as pessoas dirigem para chegar aos shoppings, os engenheiros de tráfego alargam as ruas e aumentam o fluxo do tráfego, destruindo qualquer vestígio da vida dos pedestres.

Mas há alguns sinais esperançosos de que as cidades podem “devorar” as qualidades que foram negadas pelo desenvolvimento insensível às ruas e às pessoas. Duas cidades da Califórnia cujos centros da cidade, apenas alguns anos atrás, deixaram de ser lugares para se visitar, agora começaram a "devolver a comida".

Em Riverside, a área ao redor do Mission Inn está sendo trazida de volta como um “resort urbano” - enquanto a cidade se concentra em melhorar as ruas, os becos e os edifícios requintados existentes em escala humana.

A apenas 16 km de distância, San Bernardino, cujo centro está flutuando em um mar de estacionamentos há vários anos, está restaurando seu centro gradativamente. No ano passado, eles construíram uma praça central que agora é usada como local para centenas de eventos - incluindo vários casamentos. Eles diminuíram o tráfego e adicionaram estacionamento em ângulo ao redor da praça. Do outro lado da rua, o shopping, construído na antiga Main Street na década de 1960, planeja reformar suas entradas para melhorar o acesso ao centro da cidade.

Em Los Angeles, um dos programas mais inovadores do país está em andamento, o Los Angles Neighborhood Initiative, com planos de retomar as ruas e espaços públicos de bairros da cidade. Este programa começa com as pessoas de um bairro fazendo pequenas mudanças - "mordiscando de volta" para criar um senso de comunidade para si mesmas. O foco são pequenas coisas que podem ser feitas imediatamente - como pontos de ônibus que são seguros e confortáveis, pequenos mercados ao ar livre, trânsito mais lento e melhores faixas de pedestres e placas de pare - mudanças que trazem a comunidade de volta às ruas. São medidas de base como essa que são necessárias para “devorar” Los Angeles. *


The Nation: Streets vs. Malls: O Dilema Moderno dos Espaços Públicos Urbanos

A reação crescente contra gigantes do varejo como o WalMart em cidades de todo o país faz uma declaração importante não apenas sobre o tipo de lojas, mas também o tipo de comunidade que as pessoas querem e não querem no futuro. Os WalMarts e outros varejistas de armazém, e o desenvolvimento que eles representam, morderam e agora parecem ter engolido muitas das comunidades da América, substituindo-as por algo menos do que tínhamos antes. A tendência de varejo suburbano e flutuante, desconectado de um distrito comercial no centro da cidade, está tornando as comunidades menos convenientes, menos pessoais, menos diversificadas e menos seguras.

Morando em Nova York, nos sentimos com sorte. Embora possa ser uma surpresa para alguns, os bairros de Nova York são, em sua maioria, convenientes, diversos e seguros. São lugares onde a vitalidade é extraída da rua e das pessoas que a usam. São locais onde os varejistas conhecem seus clientes. Por exemplo, depois de frequentar uma cafeteria por três dias, o garçom inevitavelmente terá o café pronto antes mesmo de você abrir a boca para fazer o pedido - você se tornou um cliente regular! Ou o verdureiro que, quando você entra em sua loja quatro anos após ter se mudado e voltado, pergunta "Onde você esteve?"

Nesses bairros, o serviço é uma necessidade por causa do desafio da competição em uma escala que é muito menor e mais pessoal do que o nível em que lugares como um shopping ou WalMart funcionam. Desse modo, os bairros de Nova York são mais como pequenas cidades.

Los Angeles é diferente. Durante os últimos dois anos, passamos muito tempo trabalhando em Los Angeles e sentimos a necessidade de soar um alarme. A cidade parece estar desistindo das ruas e, com isso, pode estar fechando as portas para se tornar uma cidade mais “urbana”.

Em contraste, Los Angeles parece estar criando um número infinito de empreendimentos imobiliários de propriedade privada e altamente controlados. Embora esses empreendimentos atraiam um grande número de pessoas, eles são bolsões isolados de exclusividade - não fazem parte da estrutura da cidade. Eles não são os lugares a partir dos quais as cidades reais evoluem.

O que faz boas cidades e como elas podem continuar a evoluir como lugares onde as pessoas desejam estar? Basta olhar para onde as pessoas sonham em passar as férias - passeando pelos bulevares de Paris, tomando um café expresso em um café ao ar livre em uma piazza italiana, até mesmo vindo para Nova York.

Uma boa cidade significa vivenciar a diversidade - mesmo que isso signifique simplesmente andar na rua para observar pessoas que não são como você. Em cidades boas, também existem locais públicos - locais que fazem parte da cidade, que mostram o que é uma cidade e lhe dão um coração. Às vezes, esses lugares são uma grande avenida ou uma grande praça. Seja como for, eles são uma parte importante da vida diária das pessoas.

Uma boa cidade não pode existir sem boas ruas. Você consegue imaginar Paris sem seus bulevares? Na verdade, Paris acaba de alargar as calçadas ao longo da Champs Elysees para acomodar melhor a vida social e econômica e a alegria de viver pelo qual a cidade é famosa.

É fácil identificar uma grande rua. Observe quem está lá e quem não está. Uma boa rua tem variedade: idosos, adolescentes e crianças. É um bom sinal se houver uma mistura igual de homens e mulheres: as mulheres são mais exigentes quanto à escolha de uma rua do que os homens. A que velocidade as pessoas estão caminhando e o que estão fazendo? As pessoas estão se encontrando, parando para conversar com pessoas que conhecem e que acabaram de encontrar? Passear e socializar muito é outro indicador de uma boa rua.

Boas ruas são consideradas "propriedade" das pessoas que as usam: clientes que voltam vez após vez e varejistas que monitoram continuamente os problemas de uma rua. Mesmo que não estejam fazendo compras, as pessoas sentem que “pertencem” a uma boa rua. Eles conhecem os atalhos e as vagas secretas de estacionamento. Eles acumularam memórias de experiência que se tornaram parte de seu senso de identidade em uma comunidade. Eles ficam preocupados quando acontece algo que mudaria a rua.

Em contraste com as cidades que se concentram nas ruas como alicerces sociais e econômicos, Los Angeles parece estar focada na criação de “experiências”. Em lugares como CityWalk, Beverly Center e Westside Pavilion, o termo “propriedade” assume um significado diferente do que em uma boa rua. Esses lugares estão prosperando como um “lugar para ir” e parecem, superficialmente, ter muitas das qualidades de uma boa rua. CityWalk, projetado para se parecer com uma rua, pode ser percorrido a pé, com estacionamento conveniente, fachadas de varejo gigantescas, fontes para as crianças brincarem, uma infinidade de lugares para comer, filmes para ver e até mesmo um parque temático. Mas não é “propriedade” de uma comunidade que se uniria em sua defesa se fosse ameaçada por, digamos, uma reconstrução ou por uma proposta de autoestrada cortando-a. É um investimento imobiliário de propriedade de seus investidores.

As diferenças entre uma boa rua e um investimento imobiliário são mais evidentes em um shopping. Um vai até o shopping, estaciona em um grande estacionamento e entra em um ambiente interno e climatizado. Por dentro, é confortável e mais ou menos previsível, pois as lojas são de redes que oferecem o mesmo tipo de produtos e preços em todos os lugares. As chances de atendimento pessoal ou de conhecer os donos das lojas pelo nome são bastante reduzidas.

O sucesso dessas “experiências” de varejo não deixou de ter consequências para as ruas e espaços públicos que deveriam ser o verdadeiro sustento de uma cidade. Em Los Angeles, ruas comerciais antes importantes - por exemplo, no bairro Miracle Mile ao longo do Wilshire Boulevard - foram abandonadas. Conforme as pessoas dirigem para chegar aos shoppings, os engenheiros de tráfego alargam as ruas e aumentam o fluxo do tráfego, destruindo qualquer vestígio da vida dos pedestres.

Mas há alguns sinais esperançosos de que as cidades podem “devorar” as qualidades que foram negadas pelo desenvolvimento insensível às ruas e às pessoas. Duas cidades da Califórnia cujos centros da cidade, apenas alguns anos atrás, deixaram de ser lugares para se visitar, agora começaram a "devolver a comida".

Em Riverside, a área ao redor do Mission Inn está sendo trazida de volta como um "resort urbano" - enquanto a cidade se concentra em melhorar as ruas, os becos e os edifícios requintados existentes em escala humana.

A apenas 16 km de distância, San Bernardino, cujo centro está flutuando em um mar de estacionamentos há vários anos, está restaurando seu centro gradativamente. No ano passado, eles construíram uma praça central que agora é usada como local para centenas de eventos - incluindo vários casamentos. Eles diminuíram o tráfego e adicionaram estacionamento em ângulo ao redor da praça. Do outro lado da rua, o shopping, construído na antiga Main Street na década de 1960, planeja reformar suas entradas para melhorar o acesso ao centro da cidade.

Em Los Angeles, um dos programas mais inovadores do país está em andamento, o Los Angles Neighborhood Initiative, com planos de retomar as ruas e espaços públicos de bairros da cidade. Este programa começa com as pessoas de um bairro fazendo pequenas mudanças - "mordiscando de volta" para criar um senso de comunidade para si mesmas. O foco são pequenas coisas que podem ser feitas imediatamente - como pontos de ônibus que são seguros e confortáveis, pequenos mercados ao ar livre, trânsito mais lento e melhores faixas de pedestres e placas de pare - mudanças que trazem a comunidade de volta às ruas. São medidas de base como essa que são necessárias para “devorar” Los Angeles. *


The Nation: Streets vs. Malls: O Dilema Moderno dos Espaços Públicos Urbanos

A reação crescente contra gigantes do varejo como o WalMart em cidades de todo o país faz uma declaração importante não apenas sobre o tipo de lojas, mas também o tipo de comunidade que as pessoas querem e não querem no futuro. Os WalMarts e outros varejistas de armazém, e o desenvolvimento que eles representam, morderam e agora parecem ter engolido muitas das comunidades da América, substituindo-as por algo menos do que tínhamos antes. A tendência de varejo suburbano e flutuante, desconectado de um distrito comercial no centro da cidade, está tornando as comunidades menos convenientes, menos pessoais, menos diversificadas e menos seguras.

Morando em Nova York, nos sentimos com sorte. Embora possa ser uma surpresa para alguns, os bairros de Nova York são, em sua maioria, convenientes, diversos e seguros. São lugares onde a vitalidade é extraída da rua e das pessoas que a usam. São locais onde os varejistas conhecem seus clientes. Por exemplo, depois de frequentar uma cafeteria por três dias, o garçom inevitavelmente terá o café pronto antes mesmo de você abrir a boca para fazer o pedido - você se tornou um cliente regular! Ou o verdureiro que, quando você entra em sua loja quatro anos após ter se mudado e voltado, pergunta "Onde você esteve?"

Nesses bairros, o serviço é uma necessidade por causa do desafio da competição em uma escala que é muito menor e mais pessoal do que o nível em que lugares como um shopping ou WalMart funcionam. Desse modo, os bairros de Nova York são mais como pequenas cidades.

Los Angeles é diferente. Durante os últimos dois anos, passamos muito tempo trabalhando em Los Angeles e sentimos a necessidade de soar um alarme. A cidade parece estar desistindo das ruas e, com isso, pode estar fechando as portas para se tornar uma cidade mais “urbana”.

Em contraste, Los Angeles parece estar criando um número infinito de empreendimentos imobiliários de propriedade privada e altamente controlados. Embora esses empreendimentos atraiam um grande número de pessoas, eles são bolsões isolados de exclusividade - não fazem parte da estrutura da cidade. Eles não são os lugares a partir dos quais as cidades reais evoluem.

O que faz boas cidades e como elas podem continuar a evoluir como lugares onde as pessoas desejam estar? Basta olhar para onde as pessoas sonham em passar as férias - passeando pelos bulevares de Paris, tomando um café expresso em um café ao ar livre em uma piazza italiana, até mesmo vindo para Nova York.

Uma boa cidade significa vivenciar a diversidade - mesmo que isso signifique simplesmente andar na rua para observar pessoas que não são como você. Em cidades boas, também existem locais públicos - locais que fazem parte da cidade, que mostram o que é uma cidade e lhe dão um coração. Às vezes, esses lugares são uma grande avenida ou uma grande praça. Seja como for, eles são uma parte importante da vida diária das pessoas.

Uma boa cidade não pode existir sem boas ruas. Você consegue imaginar Paris sem seus bulevares? Na verdade, Paris acaba de alargar as calçadas ao longo da Champs Elysees para acomodar melhor a vida social e econômica e a alegria de viver pelo qual a cidade é famosa.

É fácil identificar uma grande rua. Observe quem está lá e quem não está. Uma boa rua tem variedade: idosos, adolescentes e crianças. É um bom sinal se houver uma mistura igual de homens e mulheres: as mulheres são mais exigentes quanto à escolha de uma rua do que os homens. A que velocidade as pessoas estão caminhando e o que estão fazendo? As pessoas estão se encontrando, parando para conversar com pessoas que conhecem e que acabaram de encontrar? Passear e socializar muito é outro indicador de uma boa rua.

Boas ruas são consideradas "propriedade" das pessoas que as usam: clientes que voltam vez após vez e varejistas que monitoram continuamente os problemas de uma rua. Mesmo que não estejam fazendo compras, as pessoas sentem que “pertencem” a uma boa rua. Eles conhecem os atalhos e as vagas secretas de estacionamento. Eles acumularam memórias de experiência que se tornaram parte de seu senso de identidade em uma comunidade. Eles ficam preocupados quando acontece algo que mudaria a rua.

Em contraste com as cidades que se concentram nas ruas como alicerces sociais e econômicos, Los Angeles parece estar focada na criação de "experiências". Em lugares como CityWalk, Beverly Center e Westside Pavilion, o termo “propriedade” assume um significado diferente do que em uma boa rua. Esses lugares estão prosperando como um “lugar para ir” e parecem, superficialmente, ter muitas das qualidades de uma boa rua. CityWalk, projetado para se parecer com uma rua, pode ser percorrido a pé, com estacionamento conveniente, fachadas de varejo gigantescas, fontes para as crianças brincarem, uma infinidade de lugares para comer, filmes para ver e até mesmo um parque temático. Mas não é “propriedade” de uma comunidade que se mobilizaria em sua defesa se fosse ameaçada por, digamos, uma reconstrução ou por uma proposta de autoestrada cortando-a. É um investimento imobiliário de propriedade de seus investidores.

As diferenças entre uma boa rua e um investimento imobiliário são mais evidentes em um shopping. Um dirige até o shopping, estaciona em um grande estacionamento e entra em um ambiente interno e climatizado. Por dentro, é confortável e mais ou menos previsível, pois as lojas são de redes que oferecem o mesmo tipo de produtos e preços em todos os lugares. As chances de atendimento pessoal ou de conhecer os donos das lojas pelo nome são bastante reduzidas.

O sucesso dessas “experiências” de varejo não deixou de ter consequências para as ruas e espaços públicos que deveriam ser o verdadeiro sustento de uma cidade. Em Los Angeles, ruas comerciais antes importantes - por exemplo, no bairro Miracle Mile ao longo do Wilshire Boulevard - foram abandonadas. Conforme as pessoas dirigem para chegar aos shoppings, os engenheiros de tráfego alargam as ruas e aumentam o fluxo do tráfego, destruindo qualquer vestígio da vida dos pedestres.

Mas há alguns sinais esperançosos de que as cidades podem “devorar” as qualidades que foram negadas pelo desenvolvimento insensível às ruas e às pessoas. Duas cidades da Califórnia cujos centros da cidade, apenas alguns anos atrás, deixaram de ser lugares para se visitar, agora começaram a "devolver a comida".

Em Riverside, a área ao redor do Mission Inn está sendo trazida de volta como um "resort urbano" - enquanto a cidade se concentra em melhorar as ruas, os becos e os edifícios requintados existentes em escala humana.

A apenas 16 km de distância, San Bernardino, cujo centro está flutuando em um mar de estacionamentos há vários anos, está restaurando seu centro gradativamente. Last year, they built a central square that has now been used as a site for hundreds of events--including several weddings. They have slowed down traffic and added angled parking around the square. Across the street, the shopping mall, built on the old Main Street in the 1960s, is planning to renovate its entrances to improve its access to downtown.

In Los Angeles, one of the most innovative programs in the country is currently under way, the Los Angles Neighborhood Initiative, with plans to take back the streets and public spaces of neighborhoods throughout the city. This program begins with the people of a neighborhood making small changes--"nibbling back” to create a sense of community for themselves. Little things that can be done right away are the focus--such as bus stops that are safe and comfortable, small outdoor markets, slower traffic and better crosswalks and stop signs--changes that bring the community back to the street. It is grass-roots measures like this that’s needed to “nibble back” Los Angeles.*


The Nation : Streets vs. Malls: The Modern Dilemma of Urban Public Spaces

The increasing backlash against retail giants like WalMart in cities across the country makes an important statement not only about the type of stores but also the type of communi ties that people want and don’t want in the future. The WalMarts and other warehouse retailers, and the development they represent, have nibbled at and now seem to have gobbled up many of America’s communities, replacing them with something less than we had before. The trend toward suburban, free-floating retail unconnected to a downtown shopping district is making communities less convenient, less personal, less diverse and less safe.

Living in New York, we feel lucky. Though it may come as a surprise to some, the neighborhoods of New York are, for the most part, convenient, diverse and safe. They are places where vitality is drawn from the street and the people who use the street. They are places where retailers know their customers. For example, after frequenting a coffee shop for three days, the waiter will inevitably have the coffee ready before you’ve even opened your mouth to order--you’ve become a regular! Or the greengrocer who, as you walk into his store four years after having moved away and then back again, asks “Where ya been?”

In these neighborhoods, service is a necessity because of the challenge of competition at a scale that is far smaller and more personal than the level at which places like a mall or WalMart function. In these ways, New York’s neighborhoods are more like small towns.

Los Angeles is different. During the past two years, we have spent a lot of time working in Los Angeles and feel the need to sound an alarm. The city seems to be giving up on its streets and, in doing so, may be closing the door to becoming a more “urban” city.

By contrast, Los Angeles seems to be creating an endless number of privately owned, highly controlled real-estate developments. Although these developments lure large numbers of people, they are isolated pockets of exclusivity--not a part of the city’s fabric. They are not the places from which real cities evolve.

What makes good cities and how can they continue to evolve as places where people want to be? Just look at where people dream of spending their vacations--strolling the boulevards of Paris, sipping espresso at an outdoor cafe in an Italian piazza, even coming to New York.

A good city is about experiencing diversity--even if that means simply walking on a street to observe people who are not like you. In good cities, there are also public places--places that are part of the city, that show you what a city is all about and give it a heart. Sometimes, these places are a grand avenue or a large plaza. Whatever, they are an important part of people’s daily lives.

A good city cannot exist without good streets. Can you imagine Paris without its boulevards? In fact, Paris has just widened the sidewalks along the Champs Elysees to better accommodate the social and economic life and the joie de vivre that the city is famous for.

It is easy to identify a great street. Notice who is there and who isn’t. A good street has variety: seniors, teen-agers and children. It is a good sign if there is about an equal mix of men and women: Women are more particular about choosing a street to use than men. How fast are people walking and what are they doing? Are people meeting each other, stopping to talk with people they know and just happened to run into? Strolling and a lot of socializing is another indicator of a good street.

Good streets are thought to be “owned” by the people who use them: customers who come back time after time, and retailers who are continually monitoring a street’s problems. Even if they are not shopping, people feel they “belong” on a good street. They know the short cuts and secret parking spaces. They have accrued memories of experience that become part of their sense of identity in a community. They are concerned when something happens that would change the street.

In contrast to cities that focus on the street as their social and economic cornerstones, Los Angeles seems to be focused on creating “experiences.” In places like CityWalk, the Beverly Center and the Westside Pavilion, the term “ownership” takes on a different meaning than it does on a good street. These places are thriving as a “place to go” and seem, on the surface, to have many of the qualities of a good street. CityWalk, designed to look like a street, is walkable, with convenient parking, larger-than-life retail facades, fountains for kids to play in, a multitude of places to eat, movies to see and even a theme park. But it is not “owned” by a community who would rally to its defense if it were threatened by, say, redevelopment or by a proposed freeway cutting through it. It is a real-estate investment, owned by its investors.

The differences between a good street and a real-estate investment are more obvious at a mall. One drives to the mall, parks in a large parking lot and enters an internalized, climate-controlled environment. Inside, it is comfortable and more or less predictable, because the stores are owned by chains that provide the same type of products and prices everywhere. The chances of personal service or knowing the store owners by name is fairly slim.

The success of these retail “experiences” has not been without consequences to the streets and public spaces that should be the real livelihood of a city. In Los Angeles, once prime shopping streets--for example, in the Miracle Mile district along Wilshire Boulevard--have been abandoned. As people drive to get to the malls, traffic engineers have widened streets and sped up the traffic flow, destroying any remnant of pedestrian life.

But there are some hopeful signs that cities can “nibble back” at the qualities that have been negated by development insensitive to streets and to people. Two California cities whose downtowns, only a few years ago, had ceased to be places to go, have now begun to “nibble back.”

In Riverside, the area around the Mission Inn is being brought back as an “urban resort"--as the city focuses on improving the streets, the alleys and the existing exquisite and human-scaled buildings.

Only 10 miles away, San Bernardino, whose downtown has been afloat in a sea of parking lots for several years, is bringing back its downtown incrementally. Last year, they built a central square that has now been used as a site for hundreds of events--including several weddings. They have slowed down traffic and added angled parking around the square. Across the street, the shopping mall, built on the old Main Street in the 1960s, is planning to renovate its entrances to improve its access to downtown.

In Los Angeles, one of the most innovative programs in the country is currently under way, the Los Angles Neighborhood Initiative, with plans to take back the streets and public spaces of neighborhoods throughout the city. This program begins with the people of a neighborhood making small changes--"nibbling back” to create a sense of community for themselves. Little things that can be done right away are the focus--such as bus stops that are safe and comfortable, small outdoor markets, slower traffic and better crosswalks and stop signs--changes that bring the community back to the street. It is grass-roots measures like this that’s needed to “nibble back” Los Angeles.*


The Nation : Streets vs. Malls: The Modern Dilemma of Urban Public Spaces

The increasing backlash against retail giants like WalMart in cities across the country makes an important statement not only about the type of stores but also the type of communi ties that people want and don’t want in the future. The WalMarts and other warehouse retailers, and the development they represent, have nibbled at and now seem to have gobbled up many of America’s communities, replacing them with something less than we had before. The trend toward suburban, free-floating retail unconnected to a downtown shopping district is making communities less convenient, less personal, less diverse and less safe.

Living in New York, we feel lucky. Though it may come as a surprise to some, the neighborhoods of New York are, for the most part, convenient, diverse and safe. They are places where vitality is drawn from the street and the people who use the street. They are places where retailers know their customers. For example, after frequenting a coffee shop for three days, the waiter will inevitably have the coffee ready before you’ve even opened your mouth to order--you’ve become a regular! Or the greengrocer who, as you walk into his store four years after having moved away and then back again, asks “Where ya been?”

In these neighborhoods, service is a necessity because of the challenge of competition at a scale that is far smaller and more personal than the level at which places like a mall or WalMart function. In these ways, New York’s neighborhoods are more like small towns.

Los Angeles is different. During the past two years, we have spent a lot of time working in Los Angeles and feel the need to sound an alarm. The city seems to be giving up on its streets and, in doing so, may be closing the door to becoming a more “urban” city.

By contrast, Los Angeles seems to be creating an endless number of privately owned, highly controlled real-estate developments. Although these developments lure large numbers of people, they are isolated pockets of exclusivity--not a part of the city’s fabric. They are not the places from which real cities evolve.

What makes good cities and how can they continue to evolve as places where people want to be? Just look at where people dream of spending their vacations--strolling the boulevards of Paris, sipping espresso at an outdoor cafe in an Italian piazza, even coming to New York.

A good city is about experiencing diversity--even if that means simply walking on a street to observe people who are not like you. In good cities, there are also public places--places that are part of the city, that show you what a city is all about and give it a heart. Sometimes, these places are a grand avenue or a large plaza. Whatever, they are an important part of people’s daily lives.

A good city cannot exist without good streets. Can you imagine Paris without its boulevards? In fact, Paris has just widened the sidewalks along the Champs Elysees to better accommodate the social and economic life and the joie de vivre that the city is famous for.

It is easy to identify a great street. Notice who is there and who isn’t. A good street has variety: seniors, teen-agers and children. It is a good sign if there is about an equal mix of men and women: Women are more particular about choosing a street to use than men. How fast are people walking and what are they doing? Are people meeting each other, stopping to talk with people they know and just happened to run into? Strolling and a lot of socializing is another indicator of a good street.

Good streets are thought to be “owned” by the people who use them: customers who come back time after time, and retailers who are continually monitoring a street’s problems. Even if they are not shopping, people feel they “belong” on a good street. They know the short cuts and secret parking spaces. They have accrued memories of experience that become part of their sense of identity in a community. They are concerned when something happens that would change the street.

In contrast to cities that focus on the street as their social and economic cornerstones, Los Angeles seems to be focused on creating “experiences.” In places like CityWalk, the Beverly Center and the Westside Pavilion, the term “ownership” takes on a different meaning than it does on a good street. These places are thriving as a “place to go” and seem, on the surface, to have many of the qualities of a good street. CityWalk, designed to look like a street, is walkable, with convenient parking, larger-than-life retail facades, fountains for kids to play in, a multitude of places to eat, movies to see and even a theme park. But it is not “owned” by a community who would rally to its defense if it were threatened by, say, redevelopment or by a proposed freeway cutting through it. It is a real-estate investment, owned by its investors.

The differences between a good street and a real-estate investment are more obvious at a mall. One drives to the mall, parks in a large parking lot and enters an internalized, climate-controlled environment. Inside, it is comfortable and more or less predictable, because the stores are owned by chains that provide the same type of products and prices everywhere. The chances of personal service or knowing the store owners by name is fairly slim.

The success of these retail “experiences” has not been without consequences to the streets and public spaces that should be the real livelihood of a city. In Los Angeles, once prime shopping streets--for example, in the Miracle Mile district along Wilshire Boulevard--have been abandoned. As people drive to get to the malls, traffic engineers have widened streets and sped up the traffic flow, destroying any remnant of pedestrian life.

But there are some hopeful signs that cities can “nibble back” at the qualities that have been negated by development insensitive to streets and to people. Two California cities whose downtowns, only a few years ago, had ceased to be places to go, have now begun to “nibble back.”

In Riverside, the area around the Mission Inn is being brought back as an “urban resort"--as the city focuses on improving the streets, the alleys and the existing exquisite and human-scaled buildings.

Only 10 miles away, San Bernardino, whose downtown has been afloat in a sea of parking lots for several years, is bringing back its downtown incrementally. Last year, they built a central square that has now been used as a site for hundreds of events--including several weddings. They have slowed down traffic and added angled parking around the square. Across the street, the shopping mall, built on the old Main Street in the 1960s, is planning to renovate its entrances to improve its access to downtown.

In Los Angeles, one of the most innovative programs in the country is currently under way, the Los Angles Neighborhood Initiative, with plans to take back the streets and public spaces of neighborhoods throughout the city. This program begins with the people of a neighborhood making small changes--"nibbling back” to create a sense of community for themselves. Little things that can be done right away are the focus--such as bus stops that are safe and comfortable, small outdoor markets, slower traffic and better crosswalks and stop signs--changes that bring the community back to the street. It is grass-roots measures like this that’s needed to “nibble back” Los Angeles.*


The Nation : Streets vs. Malls: The Modern Dilemma of Urban Public Spaces

The increasing backlash against retail giants like WalMart in cities across the country makes an important statement not only about the type of stores but also the type of communi ties that people want and don’t want in the future. The WalMarts and other warehouse retailers, and the development they represent, have nibbled at and now seem to have gobbled up many of America’s communities, replacing them with something less than we had before. The trend toward suburban, free-floating retail unconnected to a downtown shopping district is making communities less convenient, less personal, less diverse and less safe.

Living in New York, we feel lucky. Though it may come as a surprise to some, the neighborhoods of New York are, for the most part, convenient, diverse and safe. They are places where vitality is drawn from the street and the people who use the street. They are places where retailers know their customers. For example, after frequenting a coffee shop for three days, the waiter will inevitably have the coffee ready before you’ve even opened your mouth to order--you’ve become a regular! Or the greengrocer who, as you walk into his store four years after having moved away and then back again, asks “Where ya been?”

In these neighborhoods, service is a necessity because of the challenge of competition at a scale that is far smaller and more personal than the level at which places like a mall or WalMart function. In these ways, New York’s neighborhoods are more like small towns.

Los Angeles is different. During the past two years, we have spent a lot of time working in Los Angeles and feel the need to sound an alarm. The city seems to be giving up on its streets and, in doing so, may be closing the door to becoming a more “urban” city.

By contrast, Los Angeles seems to be creating an endless number of privately owned, highly controlled real-estate developments. Although these developments lure large numbers of people, they are isolated pockets of exclusivity--not a part of the city’s fabric. They are not the places from which real cities evolve.

What makes good cities and how can they continue to evolve as places where people want to be? Just look at where people dream of spending their vacations--strolling the boulevards of Paris, sipping espresso at an outdoor cafe in an Italian piazza, even coming to New York.

A good city is about experiencing diversity--even if that means simply walking on a street to observe people who are not like you. In good cities, there are also public places--places that are part of the city, that show you what a city is all about and give it a heart. Sometimes, these places are a grand avenue or a large plaza. Whatever, they are an important part of people’s daily lives.

A good city cannot exist without good streets. Can you imagine Paris without its boulevards? In fact, Paris has just widened the sidewalks along the Champs Elysees to better accommodate the social and economic life and the joie de vivre that the city is famous for.

It is easy to identify a great street. Notice who is there and who isn’t. A good street has variety: seniors, teen-agers and children. It is a good sign if there is about an equal mix of men and women: Women are more particular about choosing a street to use than men. How fast are people walking and what are they doing? Are people meeting each other, stopping to talk with people they know and just happened to run into? Strolling and a lot of socializing is another indicator of a good street.

Good streets are thought to be “owned” by the people who use them: customers who come back time after time, and retailers who are continually monitoring a street’s problems. Even if they are not shopping, people feel they “belong” on a good street. They know the short cuts and secret parking spaces. They have accrued memories of experience that become part of their sense of identity in a community. They are concerned when something happens that would change the street.

In contrast to cities that focus on the street as their social and economic cornerstones, Los Angeles seems to be focused on creating “experiences.” In places like CityWalk, the Beverly Center and the Westside Pavilion, the term “ownership” takes on a different meaning than it does on a good street. These places are thriving as a “place to go” and seem, on the surface, to have many of the qualities of a good street. CityWalk, designed to look like a street, is walkable, with convenient parking, larger-than-life retail facades, fountains for kids to play in, a multitude of places to eat, movies to see and even a theme park. But it is not “owned” by a community who would rally to its defense if it were threatened by, say, redevelopment or by a proposed freeway cutting through it. It is a real-estate investment, owned by its investors.

The differences between a good street and a real-estate investment are more obvious at a mall. One drives to the mall, parks in a large parking lot and enters an internalized, climate-controlled environment. Inside, it is comfortable and more or less predictable, because the stores are owned by chains that provide the same type of products and prices everywhere. The chances of personal service or knowing the store owners by name is fairly slim.

The success of these retail “experiences” has not been without consequences to the streets and public spaces that should be the real livelihood of a city. In Los Angeles, once prime shopping streets--for example, in the Miracle Mile district along Wilshire Boulevard--have been abandoned. As people drive to get to the malls, traffic engineers have widened streets and sped up the traffic flow, destroying any remnant of pedestrian life.

But there are some hopeful signs that cities can “nibble back” at the qualities that have been negated by development insensitive to streets and to people. Two California cities whose downtowns, only a few years ago, had ceased to be places to go, have now begun to “nibble back.”

In Riverside, the area around the Mission Inn is being brought back as an “urban resort"--as the city focuses on improving the streets, the alleys and the existing exquisite and human-scaled buildings.

Only 10 miles away, San Bernardino, whose downtown has been afloat in a sea of parking lots for several years, is bringing back its downtown incrementally. Last year, they built a central square that has now been used as a site for hundreds of events--including several weddings. They have slowed down traffic and added angled parking around the square. Across the street, the shopping mall, built on the old Main Street in the 1960s, is planning to renovate its entrances to improve its access to downtown.

In Los Angeles, one of the most innovative programs in the country is currently under way, the Los Angles Neighborhood Initiative, with plans to take back the streets and public spaces of neighborhoods throughout the city. This program begins with the people of a neighborhood making small changes--"nibbling back” to create a sense of community for themselves. Little things that can be done right away are the focus--such as bus stops that are safe and comfortable, small outdoor markets, slower traffic and better crosswalks and stop signs--changes that bring the community back to the street. It is grass-roots measures like this that’s needed to “nibble back” Los Angeles.*


The Nation : Streets vs. Malls: The Modern Dilemma of Urban Public Spaces

The increasing backlash against retail giants like WalMart in cities across the country makes an important statement not only about the type of stores but also the type of communi ties that people want and don’t want in the future. The WalMarts and other warehouse retailers, and the development they represent, have nibbled at and now seem to have gobbled up many of America’s communities, replacing them with something less than we had before. The trend toward suburban, free-floating retail unconnected to a downtown shopping district is making communities less convenient, less personal, less diverse and less safe.

Living in New York, we feel lucky. Though it may come as a surprise to some, the neighborhoods of New York are, for the most part, convenient, diverse and safe. They are places where vitality is drawn from the street and the people who use the street. They are places where retailers know their customers. For example, after frequenting a coffee shop for three days, the waiter will inevitably have the coffee ready before you’ve even opened your mouth to order--you’ve become a regular! Or the greengrocer who, as you walk into his store four years after having moved away and then back again, asks “Where ya been?”

In these neighborhoods, service is a necessity because of the challenge of competition at a scale that is far smaller and more personal than the level at which places like a mall or WalMart function. In these ways, New York’s neighborhoods are more like small towns.

Los Angeles is different. During the past two years, we have spent a lot of time working in Los Angeles and feel the need to sound an alarm. The city seems to be giving up on its streets and, in doing so, may be closing the door to becoming a more “urban” city.

By contrast, Los Angeles seems to be creating an endless number of privately owned, highly controlled real-estate developments. Although these developments lure large numbers of people, they are isolated pockets of exclusivity--not a part of the city’s fabric. They are not the places from which real cities evolve.

What makes good cities and how can they continue to evolve as places where people want to be? Just look at where people dream of spending their vacations--strolling the boulevards of Paris, sipping espresso at an outdoor cafe in an Italian piazza, even coming to New York.

A good city is about experiencing diversity--even if that means simply walking on a street to observe people who are not like you. In good cities, there are also public places--places that are part of the city, that show you what a city is all about and give it a heart. Sometimes, these places are a grand avenue or a large plaza. Whatever, they are an important part of people’s daily lives.

A good city cannot exist without good streets. Can you imagine Paris without its boulevards? In fact, Paris has just widened the sidewalks along the Champs Elysees to better accommodate the social and economic life and the joie de vivre that the city is famous for.

It is easy to identify a great street. Notice who is there and who isn’t. A good street has variety: seniors, teen-agers and children. It is a good sign if there is about an equal mix of men and women: Women are more particular about choosing a street to use than men. How fast are people walking and what are they doing? Are people meeting each other, stopping to talk with people they know and just happened to run into? Strolling and a lot of socializing is another indicator of a good street.

Good streets are thought to be “owned” by the people who use them: customers who come back time after time, and retailers who are continually monitoring a street’s problems. Even if they are not shopping, people feel they “belong” on a good street. They know the short cuts and secret parking spaces. They have accrued memories of experience that become part of their sense of identity in a community. They are concerned when something happens that would change the street.

In contrast to cities that focus on the street as their social and economic cornerstones, Los Angeles seems to be focused on creating “experiences.” In places like CityWalk, the Beverly Center and the Westside Pavilion, the term “ownership” takes on a different meaning than it does on a good street. These places are thriving as a “place to go” and seem, on the surface, to have many of the qualities of a good street. CityWalk, designed to look like a street, is walkable, with convenient parking, larger-than-life retail facades, fountains for kids to play in, a multitude of places to eat, movies to see and even a theme park. But it is not “owned” by a community who would rally to its defense if it were threatened by, say, redevelopment or by a proposed freeway cutting through it. It is a real-estate investment, owned by its investors.

The differences between a good street and a real-estate investment are more obvious at a mall. One drives to the mall, parks in a large parking lot and enters an internalized, climate-controlled environment. Inside, it is comfortable and more or less predictable, because the stores are owned by chains that provide the same type of products and prices everywhere. The chances of personal service or knowing the store owners by name is fairly slim.

The success of these retail “experiences” has not been without consequences to the streets and public spaces that should be the real livelihood of a city. In Los Angeles, once prime shopping streets--for example, in the Miracle Mile district along Wilshire Boulevard--have been abandoned. As people drive to get to the malls, traffic engineers have widened streets and sped up the traffic flow, destroying any remnant of pedestrian life.

But there are some hopeful signs that cities can “nibble back” at the qualities that have been negated by development insensitive to streets and to people. Two California cities whose downtowns, only a few years ago, had ceased to be places to go, have now begun to “nibble back.”

In Riverside, the area around the Mission Inn is being brought back as an “urban resort"--as the city focuses on improving the streets, the alleys and the existing exquisite and human-scaled buildings.

Only 10 miles away, San Bernardino, whose downtown has been afloat in a sea of parking lots for several years, is bringing back its downtown incrementally. Last year, they built a central square that has now been used as a site for hundreds of events--including several weddings. They have slowed down traffic and added angled parking around the square. Across the street, the shopping mall, built on the old Main Street in the 1960s, is planning to renovate its entrances to improve its access to downtown.

In Los Angeles, one of the most innovative programs in the country is currently under way, the Los Angles Neighborhood Initiative, with plans to take back the streets and public spaces of neighborhoods throughout the city. This program begins with the people of a neighborhood making small changes--"nibbling back” to create a sense of community for themselves. Little things that can be done right away are the focus--such as bus stops that are safe and comfortable, small outdoor markets, slower traffic and better crosswalks and stop signs--changes that bring the community back to the street. It is grass-roots measures like this that’s needed to “nibble back” Los Angeles.*


The Nation : Streets vs. Malls: The Modern Dilemma of Urban Public Spaces

The increasing backlash against retail giants like WalMart in cities across the country makes an important statement not only about the type of stores but also the type of communi ties that people want and don’t want in the future. The WalMarts and other warehouse retailers, and the development they represent, have nibbled at and now seem to have gobbled up many of America’s communities, replacing them with something less than we had before. The trend toward suburban, free-floating retail unconnected to a downtown shopping district is making communities less convenient, less personal, less diverse and less safe.

Living in New York, we feel lucky. Though it may come as a surprise to some, the neighborhoods of New York are, for the most part, convenient, diverse and safe. They are places where vitality is drawn from the street and the people who use the street. They are places where retailers know their customers. For example, after frequenting a coffee shop for three days, the waiter will inevitably have the coffee ready before you’ve even opened your mouth to order--you’ve become a regular! Or the greengrocer who, as you walk into his store four years after having moved away and then back again, asks “Where ya been?”

In these neighborhoods, service is a necessity because of the challenge of competition at a scale that is far smaller and more personal than the level at which places like a mall or WalMart function. In these ways, New York’s neighborhoods are more like small towns.

Los Angeles is different. During the past two years, we have spent a lot of time working in Los Angeles and feel the need to sound an alarm. The city seems to be giving up on its streets and, in doing so, may be closing the door to becoming a more “urban” city.

By contrast, Los Angeles seems to be creating an endless number of privately owned, highly controlled real-estate developments. Although these developments lure large numbers of people, they are isolated pockets of exclusivity--not a part of the city’s fabric. They are not the places from which real cities evolve.

What makes good cities and how can they continue to evolve as places where people want to be? Just look at where people dream of spending their vacations--strolling the boulevards of Paris, sipping espresso at an outdoor cafe in an Italian piazza, even coming to New York.

A good city is about experiencing diversity--even if that means simply walking on a street to observe people who are not like you. In good cities, there are also public places--places that are part of the city, that show you what a city is all about and give it a heart. Sometimes, these places are a grand avenue or a large plaza. Whatever, they are an important part of people’s daily lives.

A good city cannot exist without good streets. Can you imagine Paris without its boulevards? In fact, Paris has just widened the sidewalks along the Champs Elysees to better accommodate the social and economic life and the joie de vivre that the city is famous for.

It is easy to identify a great street. Notice who is there and who isn’t. A good street has variety: seniors, teen-agers and children. It is a good sign if there is about an equal mix of men and women: Women are more particular about choosing a street to use than men. How fast are people walking and what are they doing? Are people meeting each other, stopping to talk with people they know and just happened to run into? Strolling and a lot of socializing is another indicator of a good street.

Good streets are thought to be “owned” by the people who use them: customers who come back time after time, and retailers who are continually monitoring a street’s problems. Even if they are not shopping, people feel they “belong” on a good street. They know the short cuts and secret parking spaces. They have accrued memories of experience that become part of their sense of identity in a community. They are concerned when something happens that would change the street.

In contrast to cities that focus on the street as their social and economic cornerstones, Los Angeles seems to be focused on creating “experiences.” In places like CityWalk, the Beverly Center and the Westside Pavilion, the term “ownership” takes on a different meaning than it does on a good street. These places are thriving as a “place to go” and seem, on the surface, to have many of the qualities of a good street. CityWalk, designed to look like a street, is walkable, with convenient parking, larger-than-life retail facades, fountains for kids to play in, a multitude of places to eat, movies to see and even a theme park. But it is not “owned” by a community who would rally to its defense if it were threatened by, say, redevelopment or by a proposed freeway cutting through it. It is a real-estate investment, owned by its investors.

The differences between a good street and a real-estate investment are more obvious at a mall. One drives to the mall, parks in a large parking lot and enters an internalized, climate-controlled environment. Inside, it is comfortable and more or less predictable, because the stores are owned by chains that provide the same type of products and prices everywhere. The chances of personal service or knowing the store owners by name is fairly slim.

The success of these retail “experiences” has not been without consequences to the streets and public spaces that should be the real livelihood of a city. In Los Angeles, once prime shopping streets--for example, in the Miracle Mile district along Wilshire Boulevard--have been abandoned. As people drive to get to the malls, traffic engineers have widened streets and sped up the traffic flow, destroying any remnant of pedestrian life.

But there are some hopeful signs that cities can “nibble back” at the qualities that have been negated by development insensitive to streets and to people. Two California cities whose downtowns, only a few years ago, had ceased to be places to go, have now begun to “nibble back.”

In Riverside, the area around the Mission Inn is being brought back as an “urban resort"--as the city focuses on improving the streets, the alleys and the existing exquisite and human-scaled buildings.

Only 10 miles away, San Bernardino, whose downtown has been afloat in a sea of parking lots for several years, is bringing back its downtown incrementally. Last year, they built a central square that has now been used as a site for hundreds of events--including several weddings. They have slowed down traffic and added angled parking around the square. Across the street, the shopping mall, built on the old Main Street in the 1960s, is planning to renovate its entrances to improve its access to downtown.

In Los Angeles, one of the most innovative programs in the country is currently under way, the Los Angles Neighborhood Initiative, with plans to take back the streets and public spaces of neighborhoods throughout the city. This program begins with the people of a neighborhood making small changes--"nibbling back” to create a sense of community for themselves. Little things that can be done right away are the focus--such as bus stops that are safe and comfortable, small outdoor markets, slower traffic and better crosswalks and stop signs--changes that bring the community back to the street. It is grass-roots measures like this that’s needed to “nibble back” Los Angeles.*


The Nation : Streets vs. Malls: The Modern Dilemma of Urban Public Spaces

The increasing backlash against retail giants like WalMart in cities across the country makes an important statement not only about the type of stores but also the type of communi ties that people want and don’t want in the future. The WalMarts and other warehouse retailers, and the development they represent, have nibbled at and now seem to have gobbled up many of America’s communities, replacing them with something less than we had before. The trend toward suburban, free-floating retail unconnected to a downtown shopping district is making communities less convenient, less personal, less diverse and less safe.

Living in New York, we feel lucky. Though it may come as a surprise to some, the neighborhoods of New York are, for the most part, convenient, diverse and safe. They are places where vitality is drawn from the street and the people who use the street. They are places where retailers know their customers. For example, after frequenting a coffee shop for three days, the waiter will inevitably have the coffee ready before you’ve even opened your mouth to order--you’ve become a regular! Or the greengrocer who, as you walk into his store four years after having moved away and then back again, asks “Where ya been?”

In these neighborhoods, service is a necessity because of the challenge of competition at a scale that is far smaller and more personal than the level at which places like a mall or WalMart function. In these ways, New York’s neighborhoods are more like small towns.

Los Angeles is different. During the past two years, we have spent a lot of time working in Los Angeles and feel the need to sound an alarm. The city seems to be giving up on its streets and, in doing so, may be closing the door to becoming a more “urban” city.

By contrast, Los Angeles seems to be creating an endless number of privately owned, highly controlled real-estate developments. Although these developments lure large numbers of people, they are isolated pockets of exclusivity--not a part of the city’s fabric. They are not the places from which real cities evolve.

What makes good cities and how can they continue to evolve as places where people want to be? Just look at where people dream of spending their vacations--strolling the boulevards of Paris, sipping espresso at an outdoor cafe in an Italian piazza, even coming to New York.

A good city is about experiencing diversity--even if that means simply walking on a street to observe people who are not like you. In good cities, there are also public places--places that are part of the city, that show you what a city is all about and give it a heart. Sometimes, these places are a grand avenue or a large plaza. Whatever, they are an important part of people’s daily lives.

A good city cannot exist without good streets. Can you imagine Paris without its boulevards? In fact, Paris has just widened the sidewalks along the Champs Elysees to better accommodate the social and economic life and the joie de vivre that the city is famous for.

It is easy to identify a great street. Notice who is there and who isn’t. A good street has variety: seniors, teen-agers and children. It is a good sign if there is about an equal mix of men and women: Women are more particular about choosing a street to use than men. How fast are people walking and what are they doing? Are people meeting each other, stopping to talk with people they know and just happened to run into? Strolling and a lot of socializing is another indicator of a good street.

Good streets are thought to be “owned” by the people who use them: customers who come back time after time, and retailers who are continually monitoring a street’s problems. Even if they are not shopping, people feel they “belong” on a good street. They know the short cuts and secret parking spaces. They have accrued memories of experience that become part of their sense of identity in a community. They are concerned when something happens that would change the street.

In contrast to cities that focus on the street as their social and economic cornerstones, Los Angeles seems to be focused on creating “experiences.” In places like CityWalk, the Beverly Center and the Westside Pavilion, the term “ownership” takes on a different meaning than it does on a good street. These places are thriving as a “place to go” and seem, on the surface, to have many of the qualities of a good street. CityWalk, designed to look like a street, is walkable, with convenient parking, larger-than-life retail facades, fountains for kids to play in, a multitude of places to eat, movies to see and even a theme park. But it is not “owned” by a community who would rally to its defense if it were threatened by, say, redevelopment or by a proposed freeway cutting through it. It is a real-estate investment, owned by its investors.

The differences between a good street and a real-estate investment are more obvious at a mall. One drives to the mall, parks in a large parking lot and enters an internalized, climate-controlled environment. Inside, it is comfortable and more or less predictable, because the stores are owned by chains that provide the same type of products and prices everywhere. The chances of personal service or knowing the store owners by name is fairly slim.

O sucesso dessas “experiências” de varejo não deixou de ter consequências para as ruas e espaços públicos que deveriam ser o verdadeiro sustento de uma cidade. Em Los Angeles, ruas comerciais antes importantes - por exemplo, no bairro Miracle Mile ao longo do Wilshire Boulevard - foram abandonadas. Conforme as pessoas dirigem para chegar aos shoppings, os engenheiros de tráfego alargam as ruas e aumentam o fluxo do tráfego, destruindo qualquer vestígio da vida dos pedestres.

Mas há alguns sinais esperançosos de que as cidades podem “devorar” as qualidades que foram negadas pelo desenvolvimento insensível às ruas e às pessoas. Duas cidades da Califórnia cujos centros da cidade, apenas alguns anos atrás, deixaram de ser lugares para se visitar, agora começaram a "devolver a comida".

Em Riverside, a área ao redor do Mission Inn está sendo trazida de volta como um "resort urbano" - enquanto a cidade se concentra em melhorar as ruas, os becos e os edifícios requintados existentes em escala humana.

A apenas 16 km de distância, San Bernardino, cujo centro está flutuando em um mar de estacionamentos há vários anos, está restaurando seu centro gradativamente. No ano passado, eles construíram uma praça central que agora é usada como local para centenas de eventos - incluindo vários casamentos. Eles diminuíram o tráfego e adicionaram estacionamento em ângulo ao redor da praça. Do outro lado da rua, o shopping, construído na antiga Main Street na década de 1960, planeja reformar suas entradas para melhorar o acesso ao centro da cidade.

Em Los Angeles, um dos programas mais inovadores do país está em andamento, o Los Angles Neighborhood Initiative, com planos de retomar as ruas e espaços públicos de bairros da cidade. Este programa começa com as pessoas de um bairro fazendo pequenas mudanças - "mordiscando de volta" para criar um senso de comunidade para si mesmas. O foco são pequenas coisas que podem ser feitas imediatamente - como pontos de ônibus que são seguros e confortáveis, pequenos mercados ao ar livre, trânsito mais lento e melhores faixas de pedestres e placas de pare - mudanças que trazem a comunidade de volta às ruas. São medidas de base como essa que são necessárias para “devorar” Los Angeles. *


Assista o vídeo: Adriano Celentano Dont play that song. Archive INA (Dezembro 2021).